14/11 Dia Mundial do Diabetes

Cuidar da saúde é importante, correto seria todos fazer exames prevenindo variadas doenças. Como dia 14/11 é Dia Mundial do Diabetes, melhor lembrar todas Mães Brasileiras, que o cuidado começa bem antes da gravidez. Manter os exames em dia, principalmente  aquelas que tem casos na família.

Então vamos relembrar os cuidados.

O diabetes gestacional atinge de 3 a 7% das mulheres e também se caracteriza pela baixa produção de insulina pelo organismo.
A insulina é um hormônio produzido para transformar o açúcar que consumimos em energia, de acordo com a nossa necessidade. Ao comermos um bolo doce, por exemplo, produzimos uma quantidade de insulina maior do que se tivéssemos ingerido uma refeição salgada.

O diabético é aquele que não produz insulina ou que não a produz na quantidade necessária. Quando isso acontece, o açúcar circula pelo sangue sem ser utilizado, gerando alto teor glicêmico no organismo.
Assim como pessoas obesas têm mais chance de ter diabetes, as grávidas com alto ganho de peso também podem sofrer com a doença durante a gestação. O sobrepeso, aliado a uma alimentação muito calórica, diminui a produção de insulina e gera o diabetes.

Sintomas
O diabetes geralmente se manifesta na segunda metade da gravidez, quando o bebê já começa a ganhar peso e tamanho.
Não existem sintomas específicos, mas a grávida pode ter crescimento desproporcional da barriga – pelo tamanho avantajado da criança e pela maior quantidade de líquido amniótico (o fluído que protege o bebê).
Sintomas comuns do diabetes, como maior vontade de ingerir líquidos e de urinar constantemente, são comuns, mas podem passar despercebidos, já que também podem ser sintomas de uma gravidez comum.

Riscos
Mulheres que engravidam depois dos 35 ou 40 anos têm mais chance de terem diabetes gestacional do que grávidas jovens.
Com pouca insulina para transformar o açúcar consumido, a substância acaba por chegar à criança, favorecendo complicações como a gestação de bebês grandes (com peso exagerado) e com maior tendência à obesidade.
O diabetes gestacional também oferece maior risco de morte dentro do útero e tende a atrasar a maturidade pulmonar do bebê, que pode nascer sem estar preparado para respirar normalmente.

Diagnóstico
As visitas periódicas ao médico durante a gravidez e os exames de pré-natal permitem que o profissional investigue a possibilidade de diabetes gestacional. Mulheres com sobrepeso ou sedentárias provavelmente terão maior disposição em ter a doença.

Prevenção
A primeira providência em relação ao diabetes gestacional é mesmo a prevenção. O médico deve orientar a paciente a ter uma dieta balanceada – menos calórica, ou seja, com mais proteínas e gorduras do que carboidratos – e a praticar exercícios físicos.

Tratamento
O tratamento do diabetes gestacional se mantém focado na importância de uma dieta balanceada e de atividades físicas. Muitas vezes, um acompanhamento nutricional pode ser capaz de acabar com o problema.
Nos casos mais graves, são indicadas injeções de insulina (que não fazem mal para o bebê), assim como para diabéticos comuns. Nas situações mais extremas, a grávida pode precisar de internação e de acompanhamento hospitalar.


Depois do parto
Após o nascimento do bebê, a tendência é que a mãe retorne às suas condições normais, com regressão do diabetes, de seis a oito semanas depois do parto.
Mesmo assim, o risco dessa mulher sofrer com diabetes no futuro é maior do que o de uma mulher que não teve a doença durante a gravidez. Por isso, é fundamental  que faça exames regularmente, a cada um ou dois anos, prevenindo problemas com diabetes no futuro.
a associação de uma alimentação adequada com exercícios físicos é suficiente para prevenir a doença