A difícil arte de educar

A difícil arte de educar

Fonte imagem: Google

Sabemos que  educar é uma arte que requer um conjunto de fatores (paciência, inteligencia, sabedoria, respeito e serenidade) que influenciam na vida deles, passando pela adolescência e formando adultos com capacidades de se guiar pela sua própria personalidade, aprendizado e caminho. E claro que os filhos são reflexo dos pais, tudo aquilo que você passar de valor, os pontos positivos e negativos serão copiados. Então atente-se aos detalhes, as palavras ditas, os atos, a forma como trata o próximo (na sua casa ou fora dela).  Não precisa você repetir, a criança tem capacidade enorme de absorver tudo com muita facilidade.

“Assim como os adultos as crianças também apresentam dificuldades pessoais e demonstram sentimentos e emoções de acordo com cada faixa etária. Identificar o sofrimento da criança e ajuda-la na busca de novos caminhos é o nosso principal objetivo.” (trecho tirado daqui)

Achei este texto interessante e quero dividir com vocês

Educar requer uma grande dose de paciência, sabedoria, amor, perseverança e coerência, para conseguirmos estabelecer limites sem podar a criatividade nem sermos autoritários em demasia, dar amor sem que com isto e em seu nome nos tornemos por demais permissivos, dar liberdade para que seja exercido o livre arbítrio de cada um, de modo que haja responsabilidade pelas escolhas e pelos atos praticados.
É importante corrigir, sem ser excessivamente crítico, de modo a humilhar e desvalorizar, estabelecer regras que devem ser cumpridas, sem que sejamos tiranos, saber ser flexível, quando a situação requer, sem com isto estimularmos a impunidade.

É importante indicar caminhos, sem que com isto queiramos percorrer caminhos alheios, posto que a vida se faz a cada passo, a cada momento, a cada opção feita, a cada ato praticado, cada palavra dita (ou omitida), cada mão estendida, cada sorriso dado, a cada lágrima derramada, seja de alegria ou de dor.
Quando uma criança chega à escola, já leva uma bagagem de emoções, de sentimentos, de orientações recebidas, hábitos adquiridos pela educação que recebe na família na qual está inserida. Como vivemos em um mundo globalizado, aonde a informação chega a cada casa com uma incrível velocidade, por vezes tudo que se tenta passar para uma criança, parece ser algo em desuso, sem valor, frente ao que é visto através da imprensa ou da mídia televisiva.

Educamos através de coisas simples, que são reforçadas no dia a dia, como ao orientar para cuidar do que lhe pertence, não pegar nada do colega sem pedir permissão, não dizer palavrão, não mentir, exigir respeito aos mais velhos, que seja educado, gentil, que use palavras “mágicas” como Bom Dia, Com licença, Obrigado; fale sem que precise gritar, não jogue lixo na rua e uma série de outras regras básicas de boa, pacífica e respeitosa convivência.
Hoje temos que ser verdadeiros artistas, sem sermos palhaços (digna profissão, aliás), para conseguir formar um cidadão de bem, sem corrermos o risco de sermos taxados de alienados diante da realidade que nos é mostrada, onde parece que prevalece a impunidade, a falta de caráter, de respeito e de limites.

Beijos!!!!